segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Por enquanto sem título II

Há alguns dias venho tentando escrever algo bacana pra postar no meu blog. Algum texto que de certa forma conseguisse expressar a minha felicidade e o meu atual estado de espírito. Apesar das muitas tentativas e das dezenas de textos iniciados, nenhum deles foi concretamente finalizado. O fato de não conseguir escrever nada interessante, por si só, já seria o suficiente pra demonstrar o quanto estou em paz. Tenho certeza que aqueles que têm o costume de escrever (Os “escritores” de plantão) entenderão perfeitamente o que estou tentado falar e, conseqüentemente, compreenderão a minha reduzida safra de bons textos. Risos...
Para os que apenas lêem (Os “leitores” de plantão) e que sempre esperam e cobram textos surpreendentes, explico que dificilmente conseguirei escrever algo interessante na situação em que me encontro. Fato esse comprovado a partir das minhas últimas postagens nesse blog. Nada tão ruim (Risos...), mas também nada tão bom quanto os primeiros textos postados. É muito louco isso, mas a felicidade não me inspira! Isso parece comum entre aqueles que gostam de transformar situações, sensações e sentimentos em um amontoado de palavras. (Peço que estes se manifestem!).
No entanto, a dor e o sofrimento (a chamada “fossa” – Risos...), apesar de machucar, de sufocar e de causar um bocado de coisas ruins, traz inspiração e uma vontade louca de escrever. Nada mais que uma fuga. Uma fuga de si mesmo. É incrível!!! É como se você eliminasse (depositasse) parte do que tanto te consome ali, nos teus escritos! E existe mesmo uma sensação de alívio, mesmo que por poucos instantes, com a conclusão de cada um deles.
Meu Deus, que eu permaneça assim Feliz, mesmo que sem inspiração alguma! E, caso ela surja, que seja breve e que eu consiga utilizá-la como combustível para continuar escrevendo.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Feliz da vida!

Um desejo. Uma história. Uma vontade. Duas vontades.
Um passado que se dissolve.
Uma paixão. Um amor. Um coração. Dois corações.
Um presente que não se contenta em meio a tanto contentamento.
Um sonho. Um plano. Uma vida. Duas vidas.
Um futuro chamado FELICIDADE!




segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Agora se cala

E sobre o túmulo agora se cala. Não há mais o que ser feito, ecoa uma voz interior que não cessa. Resta-me o silêncio, o sofrimento, a solidão, a dor e a saudade que tanto me consomem. Estou fraco, sem forças, mas não posso ir embora. Não agora! Diante do sol que se vai e da noite que se aproxima, sinto-me invadido por lembranças, por estranhos sentimentos e por medo. Sim, MEDO!
Medo de voltar pra casa, da solidão, medo do futuro e da vida que nunca esteve tão perto da morte. Quanta coisa ainda precisava ser dita, quantos abraços ainda a serem dados, quantas discussões poderiam ter sido evitadas, quantos momentos felizes despedaçados. Você se foi de forma inesperada e me deixou assim: perdido, desesperado, desacreditado, “entalado”. Precisava apenas de alguns poucos minutos [...]. Precisa apenas te dizer o quanto te amo e o quanto você foi importante pra mim. Parece tarde!
Agora preenchido por um vazio que não mais cabe o meu nome, a minha identidade, a minha ilusão de felicidade, resta-me trilhar sozinho o caminho que JUNTOS semeamos tantas flores.
Descansa em paz...

“Eu aprendi sem a gramática que saudade não tem tradução (Apenas uma canção de amor - Rosa de Saron)
P.S. Foto meio macábra (Risos...), mas não posso esconder o meu fascínio por fotos de cemitério! È apenas mais uma da minha coleção.

domingo, 2 de agosto de 2009

Triste partida

O sino soou
A mãe chorou
O pai implorou
Mas de fato era a hora da partida
Da triste despedida.
Felicidade, nunca a conhecera
Amor, nunca sentira
Sonhos, nunca tivera
Solidão, tristeza e medo sempre o acompanhara.
Seria a vida de fato tão bela?
Seria ela resumida em sofrimento?
Em tormento?
É mesmo a hora de ir?
De partir?
De Fugir?
Coragem meu amigo, a tua hora chegou
E tudo que um dia sonhou
Pode virar realidade.
Crente na felicidade
Que permanecera tão distante
Agora sonha
E deslumbra o desconhecido.
Esvaecido com a possibilidade de mudança
Enche-se de esperança
E passa a trilhar novos caminhos.
Coragem meu amigo
A tua
hora chegou
É mesmo a hora da partida...

P.S. Não é muito o meu estilo de escrever, mas resolvi publicar assim mesmo.